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Últimas Notícias
Recomendações da American Diabetic Association (ADA) para A Glicose Média Estimada:
Apesar da ampla utilização da HbA1c no monitoramento clínico dos pacientes diabéticos, a padronização dos resultados tem sido um desafio aos laboratórios clínicos em todo o mundo. A expressão dos resultados da HbA1c em Porcentagem (%) tem causado muita confusão de interpretação por parte dos pacientes. Agora, a ADA (American Diabetic Association) diz ter a resposta facilitadora para este problema:
Recentemente foram publicados os resultados de um grande estudo internacional - a Média de Glicose Derivada da HbA1c (ADAG) - confirma existir uma relação linear entre a Média Estimada de Glicose e a HbA1c (Diabetes Care 2008;31:1473–8).
“Os resultados deste grande estudo têm confirmado o que estudos menores têm nos revelado, e nos dará confiança de que realmente a HbA1c representa uma média de glicose, porque agora temos uma fórmula confiável para converter a HbA1c em média de glicose”, disse David M. Nathan, MD, professor de medicina na Harvard Medical School e vice-presidente do grupo de estudos da Média de Glicose Derivada do A1c (ADAG), em um comunicado de imprensa da ADA. “Enquanto a eAG (Média de Glicose) não substitua a HbA1c, os médicos estão aptos de obter valores de unidades de HbA1c em hemoglobina glicada e unidades de Média de Glicose (eAG) em miligramas por decilitros e escolher o que utilizar em condições clínicas”.
O difícil processo de padronização dos métodos de dosagem da HbA1c (IFCC, muito caro e DCCT, inespecífico) é uma das causas de insegurança para o médico avaliar clinicamente o seu paciente. Portanto, já que um valor isolado de HbA1c pode ser inespecífico, pensou-se em ligar o seu resultado a uma média de glicose estimada diária, o que realmente pode fornecer um resultado de fácil compreensão para os seus pacientes (ou seja, o paciente consegue “visualizar” a variação média de glicose diária – verdadeiro papel inicial da HbA1c). Durante o último congresso da AACC (American Association for Clinical Chemistry), a Dra. Sue Kirkmann, vice-presidente dos assuntos clínicos da ADA, explanou que a nova maneira de relatar o resultado da glicose (ADAG) beneficiará muito aos pacientes. Ela atribui que diferença entre as unidades de dosagem da glicose e HbA1c promovem uma confusão entre os pacientes, visto que o resultado da HbA1c em porcentagem pouco esclarece aos mesmos no monitoramento diário de suas diabetes. Especificamente, os pacientes utilizariam as unidades de medida do controle crônico dos níveis de glicose (HbA1c) semelhantemente as suas dosagens de controles diárias (Medidor de Glicose, mg/dl), podendo fazer facilmente as duas correlações. Isto se reflete numa compreensão facilitada da importância do valor médio da taxa de glicose sanguínea como preditor de conseqüências clínicas na vida dos pacientes diabéticos, ajudando o mesmo conhecerem e controlar a sua doença. Papel atualmente fundamental do laboratório clínico.
(CLINICAL LABORATORY NEWS – A New Role for Hemoglobin A1c – December, 2008: Volume 34, Number 12) |
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